sexta-feira, maio 30, 2008
Mr. Brightside
Vontade de saltar, saltar, saltar, saltar, Festivais de Verão, venham, venham, eles, vontade de mergulhar no mar, hum , já estou a imaginar... um videoclip na minha cabeça.
"Mr Brightside"
I'm coming out of my cage
And I’ve been doing just fine
Gotta gotta be down
Because I want it all
It started out with a kiss
How did it end up like this?
It was only a kiss, it was only a kiss
Now I’m falling asleep
And she’s calling a cab
While he’s having a smoke
And she’s taking a drag
Now they’re going to bed
And my stomach is sick
And it’s all in my head
But she’s touching his chest
Now, he takes off her dress
Now, letting me go
And I just can’t look - it's killing me
And taking control
Jealousy, turning saints into the sea
Turning through sick lullabies
Choking on your alibis
But it’s just the price I pay
Destiny is calling me
Open up my eager eyes
‘Cause I’m Mr Brightside
I’m coming out of my cage
And I’ve been doing just fine
Gotta gotta be down
Because I want it all
It started out with a kiss
How did it end up like this?
It was only a kiss, it was only a kiss
Now I’m falling asleep
And she’s calling a cab
While he’s having a smoke
And she’s taking a drag
Now they’re going to bed
And my stomach is sick
And it’s all in my head
But she’s touching his chest
Now, he takes off her dress
Now, letting me go
'Cause I just can’t look - it's killing me
And taking control
Jealousy, turning saints into the sea
Turning through sick lullabies
Choking on your alibis
But it’s just the price I pay
Destiny is calling me
Open up my eager eyes
‘Cause I’m Mr Brightside
I never...
I never...
I never...
I never...
quarta-feira, maio 28, 2008
Salada
segunda-feira, maio 19, 2008
domingo, maio 18, 2008
20 Canções de Amor e 1 Poema Desesperado
sexta-feira, maio 16, 2008
Pró-Umbigo
Está na moda:
As pessoas que andam pelas ruas, ostentarem phones de iPod ou phones de Bluetooth, ou mesmo auscultador de telemóveis, tal qual como se fossem um dos macacos que tapa as orelhas com a seguinte legenda:
SURDEZ VOLUNTÁRIA. PARA ME DIRIGIR A PALAVRA TERÁ QUE SAIR DO MEU LIMITE DE VISÃO E TELEFONAR-ME.
A sério, começo a ficar um pouco intolerante a esta mania de individualização conquistada pela inovação tecnológica e espelhada numa imagem de milhares de cabeças andantes com balões escritos
"Sou bué independente, olha só para mim, tenho phones e neste momento estou a mil anos luz daqui, a pensar na vida que um dia hei-de ter com esta banda sonora que acompanha e confere segurança aos meus passos... já reparaste? Como pareço uma coluna forte e indestrutível a andar ao som desta música?"
Tchack-tchack-tchack
Passos bem sincronizados com o ritmo constante e pujante da batida.
Uns falam ao telemóvel e expõem as suas vidas de um modo perceptível aos ouvidos involuntariamente cuscos e alheios. Nunca mais me esqueço, quando ia de bus para o trabalho e apanhei uma tagarela a viagem inteira com conversa bem audível, sofregamente contínua e dissonante a falar mal de toda a gente, nomeava pessoas como se fossem números e relacionava-as de um modo tão intrigante que dava curto circuito ao meu cérebro
"Simmmm, sabes quem é a Joana?? a prima da Sicrana?? Claro, então não é que o Tiago, disse que o Paulo, tinha dito que a Marta... blá blá blá blá..???"
Juro.
Que tentei conter-me:
"Por amor de DEUS!!!!!! Não aguento mais!!!!!!!!!!!!!! Será que esta senhora não se cala???"
Saí disparada. Foi um ataque que me deu...
Outros, incorporam phones como se fossem extensões do próprio corpo e fizessem parte do estilo. Dá estilo ter uns phones e borrifar para o Mundo alheio.
Não entendo este Mundo cada vez mais individualista e pró-próprio umbigo. Ninguém toma atenção aos transeuntes. Num Mundo onde a comunicação é facilitada por milhares de meios (quais cartas demoradas... quais quê.. ) e onde somos detectados em qualquer parte, não queremos ser encontrados? Não será um paradoxo? Milhares de mails cujo assunto é "Fw: ...." (Apago-os quase todos, principalmente os power-points com florzinhas e musiquinhas lamechas com regras para ser feliz - não há paciência)
Já não há mails em que se pergunta: "Como estás?" Já não se recebem cartas manuscritas, tão pouco.
Parece-me que andamos a ser vítimas de síndrome de urticária a tentativas de comunicação pessoal e presencial. Tão próximos e cada vez mais afastados. Consequências de uma sociedade supérflua e muito superficial.
quinta-feira, maio 15, 2008
Lapsus
quarta-feira, maio 14, 2008
Optimus
Rage Against The Machine; Gogol Bordello; Cansei de Ser Sexy; The National; Spiritualized; The Hives; Tiga e MGMT.
Bob Dylan; Within Temptation; John Butler Trio; Showcase Edbanger Records; Nouvelle Vague; Vampire Weekend.

Bob Dylan.
- Dia 12 de Julho: Neil Young; Ben Harper & The Innocent Criminals; Róisín Murphy; Donavon Frankenreiter; Gossip
segunda-feira, maio 12, 2008
Comunicado
domingo, maio 11, 2008
Prego frouxo
P.s. Precisa-se de homem dotado para a bricolage.
segunda-feira, maio 05, 2008
My Blueberry Nights

Tarte de mirtilo com gelado... nham nham... com a língua removo o que sobeja em redor dos meus lábios. Até porque por mais que eu quisesse, o Jude não sairia do ecrã em direcção a mim, para me tirar com os lábios o gelado dos meus. Não. Não. Em sonho talvez, ou se cantasse como a Norah, talvez. Se fosse bela como a Sienna também, talvez. Mas sendo quem sou, ele não viria não. Não me interessa.
Este filme vale a pena. Sim.
É o Wong Kar-Wai que eu tanto gosto e admiro. Com cenas mais rápidas que o Kar-Wai anterior. Mais comercial que o Wong de outros anos. Mas ele está lá. Não é pela Norah, não. É bonita e fotogénica, sem dúvida. Mas não tem de actriz o que uma Rachel Weisz transpira por cada poro, o que uma Natalie Portman emana por cada célula. O desespero amoroso tão brilhantemente retratado pela câmara do Wong (sempre aliado com um primeiro plano desfocado como se fosse um filtro ou uma lupa à imagem principal - ali, não interessa o directamente filmado, a pele nua e crua, há uma rede de luzes, há um plano que enquadra o pormenor, até pode ser encarado como uma lupa - atrai e aguça a curiosidade, quase que nos sentimos voyeurs de um desespero captado, e sofremos também) e tão notavelmente interpretado por David Strathairn - que ocultava este talento escondido, alheio aos meus olhos, pelo menos.
A CatPower trata da banda sonora.
domingo, maio 04, 2008
quinta-feira, maio 01, 2008
quarta-feira, abril 23, 2008
Jacto
Aspirações a uma líder ambientalista efémera?
segunda-feira, abril 14, 2008
M83
Para ouvir mais:
http://www.myspace.com/m83
segunda-feira, abril 07, 2008
Duplo Tri

Viva o FCP carago! É o máior!
Ai que chove e que me molho!
Tipo super precavidas que actuam na base da prevenção, defensoras acérrimas de que "mais vale prevenir do que remediar" e tão cautelosas que chegam a perder a piada pela falta de espontaneidade e pelo método sempre certeiro?
Gosto tanto mais das pessoas que improvisam chapéus de chuva com sacos de plástico na cabeça...
sexta-feira, abril 04, 2008
terça-feira, abril 01, 2008
FIDELidade
"Miss Mary McCarthy nasceu em 1900, na Terra Nova. Se tudo correr bem, celebrará 108 anos em Abril. Tem mais dois anos do que a República Cubana, instaurada em 1902, após a colonização espanhola. Mudou-se para Cuba com o marido em 1945, época em que era uma figura conhecida da vida cultural do estreito da Florida. (...) Miss MacCarthy caiu e fracturou a anca. Desde então, deixou de poder andar e tem vindo a enfraquecer. Contudo, veste a sua camisa de dormir cor-de-rosa como se fosse um vestido de noite, pôs brincos, o seu rosto macilento foi maquilhado e os cabelos elegantemente penteados em carrapito. "Uma Bette Davis"... (...)
O dinheiro de que a velha senhora dispõe, só dá para o estritamente necessário. Contudo, Mary MacCarthy está longe de ser uma desvalida. A sua conta no Boston Bank quarda centenas de milhares de dólares, ou mesmo milhões, bem como jóias valiosas. Mas não pode levá-las para Cuba, por causa do embargo norte-americano imposto desde 1960. A história de Mary é o resultado do duelo entre a ilha e o gigante norte-americano. (...)
Apesar das negociações diplomáticas, as autoridades norte-americanas não autorizarams senão a transferência da magra quantia de 98 dólares por mês, mais o reembolso de algumas despesas médicas. (...)
Por morte de Mary, Elio García ficará oficialmente proprietário da sua fortuna: Como sou cubano, nunca me deixarão tocar num cêntimo. De qualquer modo, não me interessa.
Acende o enésimo cigarro Popular. Elio, pára de fumar!, diz ela.
Com certeza, Dona Maria, responde-lhe, engolindo o fumo.
Miss Mary deixou de fumar aos 100 anos."
in Courrier Internacional, nº146, Abril 2008
Mentira
- se estiver a falar a verdade estou a contradizer-me, porque se realmente o sou, então estaria a mentir ao dizer que "sou mentirosa", portanto não o seria;
- se estiver a mentir então quando digo "sou mentirosa" não é verdade, portanto não o seria na mesma!
Portanto, em homenagem a este dia e aos neurónios todos atrofiados aqui vai:
SOU MENTIROSA!!!










